sábado, 30 de maio de 2009

O que será do Brasil...

Certas experiências por que passo na sala de aula me fazem pensar mais um pouco sobre aquela velha frase: "O futuro da nação são os jovens" (a frase é mais ou menos essa... foi o que deu pra lembrar dela). Pois bem, se os jovens são o futuro da nação e considerando, também, que meus colegas de classe fazem parte deste grupo de jovens, adianto-lhe, leitor, a perspectiva de que o Brasil vai à falência. "Por que?", o senhor me pergunta, e eu lhe respondo com três exemplos.
Como bem sabemos, a história é uma ciência que relata os fatos do passado, porém, a menos que os alunos pseudo-filósofos da minha classe tenham reinventado a história desse país, há uma revolta na história do Brasil que provavelmente foi recém descoberta pelos meus colegas: a "farinha sem osso e galinha sem pescoço". Vai ver foi contemporânea à comprovada "carne sem osso e farinha sem caroço"...
Mas não foi apenas a história que foi alterada, caro leitor... a nossa ortografia também foi alvo das mentes pensantes de meus colegas. Quando perguntado pelo professor Acácio, de biologia (sim, foi de biologia, não de português), o que é o "clímax", essa incrível resposta feriu nossos ouvidos: "Clímax é o clima com "s" no final"... Nossa, isso quer dizer que um novo som foi atribuído à letra "s", o som de "x" quando com som de "ks"!!! E ainda nesse português da aula de biologia, foi perguntado o que é "perniciosa", e foi-se respondido que "perniciosa é uma coisa cheia de pernas"... Incrível! Então, nessa linha de raciocínio, concluímos que "esputar" nunca foi cuspir e sim... enfim, não importa o que seria...
O que importa é que, ou nos mudamos do Brasil, ou viveremos num país com uma cultura um tanto confusa...

Universos paralelos? (DDDs parte 2)

Por pedido das DDDs, as pensadoras do assunto que estou prestes a expor, seus nomes serão divulgados. É bem provável que apenas um ou dois dos leitores conheçam as mesmas, mas, por elas terem enchido meu saco pra colocar os seus nomes, aí estão: Elizabeth, Denise e Emilly... Satisfeitas agora? Ficaram famosas... Pois bem, vamos ao assunto.
Não me pergunte, caro leitor, de onde saem tais conversas tão produtivas para nosso intelecto, até porque elas apenas surgem, como se tivessem vida própria e perfuram nossa inteligência como uma lâmina afiada (nossa, estou poético hoje...). Aconteceu assim: havia escrito, no verso de uma embalagem de cd, "Made in Hong Kong". Foi daí que formou-se o comentário: "Ah, Hong Kong fica no Egito"... Segundos depois, percebendo o erro, a DDD voltou-se para nós, com o intuito de corrigir seu erro: "Ah não, Hong Kong é na Coréia!". Mas não para por aí, caro leitor, no dia seguinte ela fez questão de se corrigir novamente e nos esclareceu ainda mais a real localização: "Ei, é não, Hong Kong é no Japão!"
Pensando nesse assunto outro dia, busquei uma explicação para tal confusão da minha colega, e cheguei a uma possível conclusão: ela viaja por universos paralelos!!! Exatamente! E, em cada cópia do planeta Terra em outro universo, Hong Kong está em um país diferente! No dia em que ela disser que Hong Kong é um protetorado chinês, saberemos que ela realmente está entre nós!

sábado, 23 de maio de 2009

Biologia é realmente interessante...

Se alguém ainda lê esse blog, sabe quão ricos são os conhecimentos dos meus colegas de classe pseudo-filósofos. E o que estou prestes a narrar é a mais pura e limpa (nossa, que redundância higiênica...) demonstração desses conhecimentos que fazem coçar nossos cérebros.
Sinceramente, não sei como explicar ou se há explicação para a resposta dada por um aluno a uma pergunta do professor Acácio (o mesmo do post debaixo). Seguiu-se assim: "O oxigênio é produzido a partir de quê?" e instantaneamente a resposta: "Do O2!"... Bem, faz sentido...
E, pior é que não parou por aí! No dia seguinte, numa aula também de biologia, porém com outro professor, um outro comentário de um outro excelentíssimo aluno-pseudo-filósofo  nos fez sair da última aula com uma célebre frase que devia ser analisada a fundo pela comunidade dos nutricionistas do Brasil: "Trufa é bom pra glicose!"
Daqui descobrimos uma coisa que nenhum biólogo, por mais renomado que seja, jamais descobriu: a glicose é um órgão!!!

Uma culinária um tanto exótica... (DDDs parte 1)

Muitas vezes me surpreendo com o que aprendo ou descubro com meus amigos na escola, é incrível a variedade de assuntos que podem ser explanados entre dois alunos do terceiro ano e três alunas do primeiro ano, ambos do ensino médio, durante o intervalo: desde uma mosca verde planando no ar sem sair do lugar até o que irei narrar agora. Pois bem, que se dê início à narração.
Ao final de uma aula de biologia do anteriormente citado(em outros posts) professor Acácio, as três DDDs(Doidas mais Doidas do Decisão), como se auto-intitulam(tem hífen ou não?), conversavam sobre algo relacionado a comidas. Confesso que não sou um grande entendedor de assuntos culinários, pois, para mim, o que interessa é o gosto.
Com o desenrolar da conversa, um prato me chamou a atenção. Do modo como foi pronunciado, o nome do tal prato me fez imaginar algo inimaginável (essa palavra existe???). E não é pra menos, o que você, leitor, pensaria se eu lhe oferecesse um "peixe acocorado"? Convenhamos que é bem difícil de fazer um peixe se acocorar... e foi o que eu pensei até que me fora esclarecido que o tal nome possuía crase, sendo assim um "peixe À cocorado"...
Talvez agora o senhor leitor me pergunte: "mas só falaram isso durante todo o intervalo?",  e antes que pergunte vou logo prosseguir. Acontece que  o intervalo não acabou aí, e os pratos prosseguiram. E dos seguintes, o que mais me chamou a atenção foi  "pipoca com catchup". Não sei se oriundo da criatividade inexplicável das três DDDs ou de alguma outra razão ainda mais inexplicável, mas esse prato surgiu, e eu, até hoje, não me atrevi a provar.
Com o toque avisando o final do intervalo, voltamos às salas e a conversa se encerrou, porém, aquela imagem bizarra continuou na minha mente: um peixe acocorado...!