domingo, 28 de junho de 2009

Parece piada... mas não é!!!

Após algum tempo ausente, por causa da falta de assunto decorrente de uma semana super parada de provas, voltei com alguns absurdos soltados nas aulas de recuperação. Sim, caro leitor, eu estou em recuperação... Acontece que a química não entra na minha cabeça...Mas, enfim...
que o assunto é química... Numa aula de biologia (incrível, 80% dos ocorridos foram na aula de biologia, mesmo não tendo, às vezes, nada a ver) o famoso professor Acácio pediu que os presentes citassem sais minerias possivelmente conhecidos. Alguns poucos tiveram sucesso nas respostas, mas, como eu esperava, muitos não sabiam, outros nem ouviram a pergunta e outros roncavam... Mas dos que estavam acordados, uma resposta me deu motivo para criar essa postagem. Uma voz feminina iniciou sua enumeração ao fundo da sala: "Hélio, Neônio, Argônio, Kriptônio, Xenônio e Radônio"... Exatamente, caro leitor, a pseudo-filósofa ditou toda a família 8A da tabela periódica!!! Isso nos serve de exemplo de como as pessoas podem errar se não fizerem um chute consciente (se é que isso existe)...
Química no terceiro ano não é fácil... Mas, como diria meu professor de geografia, "isso é um pleonasmo!"...

sábado, 13 de junho de 2009

É parecido, mas... (DDDs parte 3)

estou eu, novamente, com mais um dos diálogos superinteressantes das DDDs (Doidas mais Doidas do Decisão) que nos fazem refletir sobre palavras parecidas...
Num dia altamente sem assunto, esperávamos a chuva passar para irmos para casa (que eu me lembre foi nesse dia, mas não tenho certeza). Então eu e Elizabeth, uma das DDDs, começamos a conversar sobre música e tocamos na música gótica. Instantaneamente, a outra DDD presente (não digo que foi Denise porque ela é minha amiga) fez a seguinte pergunta: "Gótico é religioso, é?" Em coro, eu e Elizabeth, respondemos: "Não, nunca foi!". Porém, a ainda confusa pessoa, fez outra pergunta: "E Aline Barros é o quê?". E, de novo em coro, respondemos: "É GOSPEL!!!"... Não, leitores, isso não foi ensaiado, foi real...
E, pra completar, no mesmo dia falamos (agora eu, Denise e um outro colega) sobre remédios. E a mesma DDD falou sobre um tal remédio de "caixa preta". No mesmo momento me perguntei se aviões tomavam remédio... Porém, num momento em que minha ignorância tomou liberdade, corrigi minha colega dizendo que eram remédios de "faixa preta"... Ah ta, agora remédio luta caratê... Sorte que no dia seguinte fui esclarecido e hoje sei que são de "tarja preta"...
Pois é... dessa vez até eu entrei pro meu próprio blog... estou andando demais com as DDDs...

sábado, 6 de junho de 2009

O Português é a nova língua mundial?

Um dia desses, enquanto o tédio tomava conta da minha mente numa típica noite de dia útil e o sono não era suficiente para me mandar à cama, decidi esperar que o mesmo tomasse uma maior proporção que pudesse me convencer a fechar os olhos e descansar de mais um dia cansativo de aula. E, após refletir um pouco, percebi que nada melhor para me provocar sonolência rápida do que um capítulo de novela das oito da emissora que, aqui em Recife, é assistida no canal 13 da rede aberta. E assistir à novela me traria sono rapidamente, com certeza, se não fosse pela estranha sensação que um diálogo, digo, um não, vários diálogos me proporcionaram fazendo com que o sono se tornasse um pouco mais tardio.
Para que o leitor entenda (caso não assista a referida novela) o que estou a explanar, vou fazer uma leve explicação do que é necessário. A novela se passa na Índia e no Brasil, porém, em cenas diferentes, o que faz com que os diálogos em lingua indiana sejam traduzidos. Mas o que me causou tal sensação, digamos que de perda de nacionalidade, foi uma cena em que um brasileiro chega na Índia e começa a falar, em português (e do Brasil ainda por cima), com as pessoas comuns que passam na rua. E pior! Elas respondem na língua nativa e o brasileiro entende com a maior certeza do que está ouvindo. Mas o contrário também aconteceu! Um (ou mais, não me lembro) indiano chegou ao Brasil sem a menor noção de português e falou com todos tendo uma total conpreensão!
Daí, com essas cenas em minha confusa e cansada (agora mais ainda) mente, o sono felizmente chegou em bom tempo. Não tive tempo de refletir naquele dia, pois o sono me fez babar o sofá, me fazendo perceber que eu estava dormindo o que me levou, em passos de zumbi, à minha fria, porém macia, cama. Mas aquelas cenas grotescas não me saíram da mente e me levaram a pensar na manhã seguinte. Porém, decidi ignorar esses pessamentos vãos, afinal percebi que era inútil perder meu tempo de correr para não perder o ônibus que já esquentava o motor na esquina à frente da minha casa, tentando entender uma novela que mais parece um conto de fadas. E, como era de se esperar, perdi o ônibus e fui andando para a escola, mais uma prova de que assistir novelas só leva a perder tempo...