sábado, 25 de julho de 2009

Férias?! Não conheço essa palavra!

Uma coisa estranha está acontecendo comigo... É a primeira vez que isso acontece... Estou sem palavras para a introdução... Não sei se por falta de inspiração, preguiça de bater os dedos nas pequenas teclas do teclado que fazem um barulho irritante ou se simplesmente essa carga absurda de absurdos falados pelos, também absurdos, pensamentos das mentes que ainda filosofam absurdamente nesses dias de aulas extras, quando devíamos estar nas nossas férias absurdamente tediosas me faz ficar sem palavras... Enfim, vou direto ao assunto enquanto me pergunto se você, caro leitor, entendeu alguma coisa que eu falei acima...
Pois bem, você leitor, seja Kelvin, Humberto, Prof. Acácio, Paulo, Elizabeth com suas inúmeras amigas, ou algum outro leitor cujo nome não me vem à cabeça ou que eu não sabia que estava lendo esse blog deve estar se perguntando: "Onde esse povo acha tanto tempo pra falar tanta mer***?" E eu lhe respondo: para meus colegas pseudofilósofos (descobri agora que não tem hífen) não há tempo ruim, é só abrir a boca que é filosofia pura! Se você acha isso impossível, você não estuda ou não já estudou na minha sala. E, como manda a tradição, vamos à aula do Professor Acácio...
Discutíamos ecologia (quer dizer, chegamos em ecologia enquanto falávamos de vírus) quando foi feita a pergunta: "Como é chamado o processo de poluição dos rios?" Gritaram então: "Urbanização!" Confesso-lhe, leitor, que quase pulo de susto ao ouvir essa resposta! Finalmente, uma resposta inteligente! Estava errada, é lógico, mas é inteligente! Afinal, a urbanização provoca a poluição dos rios... Vai ver ele começou o raciocínio, mas terminou no meio... Tá quase lá, siga em frente, dá mais corda que anda!
Preferia continuar a narrar os ocorridos no mesmo parágrafo, mas esse acontecimento memorável pede um parágrafo exclusivo... Cinco minutos após o fato anterior, o professor continuava tentando arrancar alguma resposta aproveitável dos alunos da classe. Decidido a cumprir sua árdua missão, fez a essa indagação: "Se, pra se decompor, o plástico precisa do oxigênio presente na água, o que vai acontecer no rio?" Peço que o senhor leitor, agora provavelmente entediado por estar lendo isso, pense um pouco nesta pergunta e tente respondê-la. Tempo...! Já está bom, pensou demais. A resposta gritada foi essa: "A água vai morrer!" A sala caiu na risada... Mas esse aluno não se deu por vencido: "Né não é? Não tem o mar morto!" Volto a usar esta expressão: não, isso não é uma piada, é real!...
Se alguém leu isso até o final, eu tenho um pensamento pra falar: "Não há nada tão ruim que não possa piorar", espere pela próxima postagem, as situações devem ser bem piores que essa...

sábado, 11 de julho de 2009

Virou moda?

Estando eu de férias, e assim, sem mais pérolas de meus colegas pseudo-filósofos (exceto umas guardadas na reserva, esperando inspiração para serem postadas) perdi-me em pensamentos que só me levavam ao vazio (para você que não entendeu o trocadilho: a lugar nenhum). E, numas dessas filosofadas enquanto esperava para ver Kamen Rider na tv, para ser mais específico, um pensamento sem origem justificável surgiu-me à cabeça: "E se eu ficasse doente agora?"
Tentando responder ("essa" ou "a essa"?) pergunta cheguei em duas conclusões. Primeira: eu ia ter que depender da medicina da minha avó materna, já que a saúde (ou pelo menos os órgãos responsáveis pela mesma) estão em greve. Segundo: é incrível, tem sempre alguma coisa em greve em Recife! E, pelo que me parece, esse ano foi recorde (no dicionário é sem acento)! Só esse ano já teve greve de ônibus, metrô, professores e agora dos hospitais! Pergunto-me se isso é questão de moda, pois todo ano tem greve das mesmas coisas... Greve outono-inverno de professores e primavera-verão de hospitais...
As empresas poderiam começar a fazer investimento nas greves mais variadas que fossem e até inventar novas... Estaria resolvido o problema da crise mundial!!!