sábado, 14 de novembro de 2009

O resultado de uma discussão é sempre inesperado...

Num dia comum de aula, um daqueles em que você está realmente inspirado pra discutir a natureza dos super heróis, copiávamos alguma coisa do quadro enquanto conversávamos sobre o Demolidor e o Batman... Permita-me explicar o porque de tal assunto.
Levantou-se a questão de que o Demolidor é o herói mais sem explicação que existe, já que ele fica cego e começa a "enxergar" pelas ondas sonoras. Daí eu falei que, olhando por esse lado, realmente o Demolidor devia ser o Batman e o Batman que se virasse pra achar outra fantasia...
Porém paro e interrompo a história, pois o que interessa aqui não é a discussão, mas, como diz o título da postagem, como ela termina... E tal conversa acabou assim: de um assunto inacabado com alguém que não tinha nada a ver com a história, Kelvin olha para mim e Léo (que estávamos discutindo sobre os dois heróis) e fala que tem um poema (não me pergunte o porque desse poema surgir exatamente nesse momento)... Tal poema é um exemplo de romantismo (não da escola literária, mas do romantismo em si... Você entendeu...), então prepare o seu coração, pois essa postagem vai acabar com a transcrição desse poema:

(Kelvin não falou se há um título)
Subi numa árvore
Para ver ela passar
E quando ela passou
Eu desci,
que eu não sou besta...
(Kelvin Oliveira)

Hahahahahahahaha... Kelvin, você realmente é um poeta nato...

Doeu nos ditos... (DDDs parte 4)

Demorei, mas voltei... E depois de alguns séculos sem novidades das DDDs, elas voltam à ativa... Quando digo "elas" subentende-se apenas uma delas, já que Emilly está de greve desde que fundei este tópico no começo do ano e Elizabeth me ameaçou de morte caso eu poste alguma das suas proesas linguísticas. Mas, por sorte, essas duas frases são de grande impacto para o que talvez venha a ser a última postagem do tópico das DDDs.
Quando ouvimos ditos populares, esquecemos que são frases que sobreviveram ao tempo, são um tipo de tradição. Porém até o leite numa embalagem "longa vida" um dia estraga (nossa, que analogia...), e tinha que haver um agente catalisador pra alterar os velhos ditos... Foi assim que tal DDD agiu e eu descobri que ela "fala certo por linhas tortas". Confesso que logo de cara não percebi nada estranho, mas logo percebi Elizabeth ao meu lado morrendo de rir de alguma coisa que tinha ouvido. Assim que ela me explicou e eu controlei meus risos, parei e pensei: bom, se é assim eu enxergo certo por raios de luz curvos, se é assim eu respiro ar no estado líquido...
E para nosso desespero não foi só esse dito que sofreu nas frases dessa DDD, houve mais uma vítima que não pôde ser salva. Foi quando nos tornamos receptores de ondas sonoras que formavam a frase: "não come no prato que tu comeu!"... Os presentes agradeceram a dica, mas nós já sabíamos que temos que lavar o prato antes de comer nele novamente...
Encerrando essa postagem, transcrevo uma frase da DDD Elizabeth (essa eu tenho permissão pra postar) que tem bem a ver com o assunto exposto: "Quando se está no fundo do poço sempre se pode dar mais uma cavadinha..."