segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Última postagem do ano!

É, pois é... Essa deveria ser uma postagem de Natal, mas por motivo nenhum não escrevi a tempo e virou a última postagem do ano... Estou precisando de férias, talvez esse o motivo de não haver escrito (ou escrevido?) a tempo. Mas não tem problema, afinal o Natal nunca é dia 25, sempre vai do dia 20 ao 29... Porque dia 30 é véspera de Reveillon (acho q se escreve assim), e todo bom bêbado de Nova Morada que já vem bebendo desde o dia 1 (de janeiro do ano corrente) começa a se preparar para a cachaça do Reveillon. Não sei se em outros bairros é assim, mas pelo menos aqui em Nova Morada é desta maneira.
Mas indo ao assunto, achei realmente engraçado um fato que aconteceu comigo nas proximidades do pré-Natal (não o exame de mulheres grávidas, o pré-Natal é o começo de dezembro quando todos os supermercados\mercados\mercadinhos\biroscas [essas que começam a vender mais vinho, afinal é Natal!] já estão no espírito natalino). Fui eu a um mercado na Várzea, e após algum tempo ouvi que estava tocando uma musica estranha. Mas, o que era aquilo?! Um solo de teclado com um som conhecido! ERA SUPER-NINTENDO! O que?! Não?! Era uma musica natalina! Mas o que, uma música natalina versão Super-Nintendo? Realmente gostei dessas versões...
Saindo do Natal e indo para o pós-Natal... Estava num CDU-Boa Viagem-Caxangá olhando pela janela quando me deparo com uma coisa que realmente provocou uma dor nos meus músculos cerebrais...
Bom, pelo menos descobri que não é preciso ter uma boa ortografia para ser pintor de anúncios... Já tenho algo pra ganhar dinheiro se precisar!
E com essa postagem feita com dor nas costas encerro as postagens do ano de 2010! Feliz ano novo pra todo mundo, e que nessa nova época de nossas vidas eu consiga fazer postagem realmente engraçadas! haahahahaahah

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Aprendizagem acidental

Que pena, o Blogger não tem minha fonte preferida... Adoraria fazer minhas postagens em Tempus Sans, mas já que não tem, vai em Trebuchet mesmo... Não sei porque disse isso, mas vou logo ao assunto.
Acontece que esses dias, observando o ambiente ao meu redor (enquanto esperava o Barro/Macaxeira(Várzea), citado umas duas ou três postagens abaixo), percebi que o ambiente da UFRPE nos proporciona "aprendizado acidental". Parece bem óbvio pelo nome, mas não sei se é tão simples quanto parece... Julgue, você leitor, como achar. Enfim... Já até me perguntei se isso não é uma experiência do MEC, mas do jeito que faz (m...) besteira no ENEM, achei um pouco difícil. É realmente apenas conhecidência.
Vamos refletir um pouco no que aprendemos: estratégias de caça dos felinos(Ciências Biológicas), ação de doenças de pele em cães(Veterinária), como o metano pode alterar o odor em ambientes habitados por animais (Química), o comportamento da queda de um gato do alto do CEGOE(Fisica), técnicas de colher jambos (Agronomia[eu acho]), e quem sabe mais alguns que ainda não foram descobertos por minha pessoa (nunca entendi quando falam "minha pessoa").
também, um aprendizado exclusivo para os usuários (não disso que você pensou) do famoso Barro/Macaxeira(Várzea). Aprendemos diariamente o Cálculo Lógico de Área. "Como assim?!" É bem simples. Em outros ônibus, fazemos cálculos infantis somando os lugares vagos. Porém no BMV(abreviei o nome para facilitar) somos levados a outro nível matemático de raciocínio, já que lugares vagos são um mito, passando assim, a calcular mentalmente os espaços vazios e sua capacidade de armazenamento temporário de passageiros. Parece complexo, não? Sim, é bem complexo. Somado ao agravante que o cálculo deve ser feito em segundos, pois é o tempo de que se dispõe para acertar a conta, ou o calculante ficará preso no meio do veículo.
Pois é, estudar na UFRPE nos faz mais inteligentes do que imaginamos.

sábado, 6 de novembro de 2010

A mosca na sopa... aliás, no monitor...

Ora vejam só... São 00:55 e acaba de entrar uma mosca pela janela... Vai ser uma experiência nova para mim escrever uma postagem morrendo de sono (com excessão da postagem feita no dia do ENEM no ano passado). Vamos ver o que sai...
Como é de notar, caros leitores (olha meu português culto está voltando...), não faço roteiro pra postagem... Será que alguém faz roteiro pra postagem? Dúvida cruel... Enfim... Isso está parecendo uma giga-twittada, apesar de eu não usar Twitter. Não consigo escrever nada em apenas 140 caracteres (percebe-se). Nossa, mudei de assunto de novo... Vou pular de parágrafo para ver se resolve.
Que venha a mosca. Aliás, que se vá. Esse post é sobre ela justamente porque ela está me irritando e eu quero matá-la (literalmente), mas não consigo pois não sou mestre Niag (ou seja lá como se escreva esse nome, é o mestre de Karate Kid) e muito menos com o sono que estou... Engraçado isso, comecei a escrever sobre uma mosca que me irrita, mas não sei o que dizer. O que é normal, já que 99% dos meus posts começam sem eu saber o que dizer... Droga, lá vem a mosca pousar no monitor novamente. Pena que minha raquete mata mosquito quebrou, seria de bom uso agora. Um momento leitores, vou tentar matá-la mesmo assim... ... ... ... ... Pois é, perdi meu tempo e fiquei com mais sono ainda, como era de se esperar.
Pulei de parágrafo mais uma vez, mas dessa vez sem motivo. Acho que gosto de apertar o Enter. E acho também que deveria terminar esse post por aqui... Não tem mais o que falar da mosca mesmo... Até porque não tinha desde o começo... Enfim, vou terminar esse post para pegar o inseticida lá no banheiro.
Até mais ler e melhor sorte com as moscas do que a minha (sorte)...

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Sugestões Sugeridas

longe do blog há um tempão... É incrível como o tempo passa rápido quando se estuda numa universidade... Passei só pra dar um "oi" mesmo, já que continuo sem inspiração pra falar nada... Já tenho um assunto sugerido por um leitor (sim! eu tenho um leitor!), mas vou guardar pra depois. Esse assunto vai abrir o... Como vou chamar isso?... Quadro não é, isso não é programa de humor... Coluna também não porque isso não é jornal... Então vou chamar de nova categoria até que eu ache uma classificação melhor pra isso. Mas não importa o que seja, o nome vai ser "Sugestões Sugeridas" em que eu vou escrever sobre, como o nome já diz, assuntos sugeridos pelos leitores (se eu tiver mais de um...)...
Enfim, quem tiver alguma sugestão que queira sugerir para o "Sugestões Sugeridas" manda um comentário ou recado no orkut, msn, que seja... Só quem lê isso é quem me conhece mesmo... Quando eu voltar a escrever talvez já tenha recuperado meu português culto dos posts anteriores...
Até mais ler
(finalmente consegui ajeitar a fonte... tive que usar o Firefox, o Chrome só dá merda ¬¬ aliás, o Google só ta fazendo merda ultimamente...)

sábado, 28 de agosto de 2010

Refletindo sobre o troco de 7Belo

Percebi que esses dias venho filosofando muito. Acho que o tempo que passo espremido no Barro/Macaxeira(Várzea), como disse na postagem abaixo, me transformou num filósofo de janela de ônibus. Mas isso não é ruim, porém não se pode dizer que é útil para alguma coisa, já que tudo que percebo não tem importância alguma, ou tem e eu não percebi qual. Mas não importa, vou continuar escrevendo do mesmo jeito. Vamos ao assunto.
Num dia desses de chuva desci no Terminal Integrado da Caxangá (integração da Caxangá para os íntimos) correndo para tentar alcançar o ônibus Nova Morada(Caxangá) que saiu sem esperar ninguém. Sabendo que o próximo ia demorar muito tempo, decidi comprar uma paçoca de amendoim, coisa que adoro, pra enganar o estômago. Embora ele não seja tão burro, às vezes funciona. Decidi então tentar. Me pergunto, agora, por que diabos estou falando da personalidade do meu estômago... Mas... Continuando... Quando cheguei na lojinha para comprar, com três moedas de 10 centavos, o vendedor me perguntou se aceitava 7Belo como troco. Acho produtivo para total entendimento do leitor transcrever o que se passou em minha mente nesse momento: "AH FILHO DA!..."
Depois de ter aceitado o troco em 7Belo me pus (pus com "z" ou "s"?) a refletir sobre o que havia acabado de fazer. Vejamos desde o início: para comprar uma paçoca de 25 centavos, paguei 30 centavos e recebi de troco um bombom. Mas vamos parar para refletir sobre alguns conceitos. Chama-se comércio a troca de um produto por outro ou de uma moeda por um produto... Sendo assim, caro leitor... Vamos usar um pouco de lógica proposicional (matemática discreta) para resolver essa questão... "Dinheiro em troca de produto" e "7Belo em troca do troco" implica em "VOCÊ NÃO RECEBEU TROCO ALGUM! VOCÊ ACABOU DE COMPRAR MAIS UMA COISA!!!"
É, essa postagem não teve graça nenhuma... A piada não foi tão boa como eu pensava... Mas agora que eu já terminei de escrever tudo não vou apagar. Vou fazer um trato com os caros leitores: só vou postar novamente quando tiver algo que realmente não o faça querer seus minutos perdidos de volta... Mas pensando bem... Se for assim não vou postar nunca mais... Então esqueça o trato e espere pra ver o que acontece... So me resta desejar mais sorte da próxima vez...

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

A Teoria do Barro

Essas primeiras três semanas de aula já foram suficientes para me acostumar com a rotina da UFRPE, inclusive uma um tanto incômoda: a do Barro/Macaxeira(Várzea). Não, caro leitor, não ache que venho fazer um protesto nessa postagem, venho apenas divulgar uma nova teoria formulada por mim nesses dias. Ela se trata de uma contestação de uma lei da física e de uma fusão com um estudo do professor de história/sociologia/filosofia do meu antigo pré-vestibular (ou prévestibular, não lembro da regra dos hífens), o Prof.Albino. Digo só isso porque não lembro o primeiro nome dele. Mas vamos às explicações.
Primeiramente vou explicar o estudo do professor. Ele notou que os ônibus são compostos de dois, três ou quatro grupos de pessoas. O primeiro: os sentados; o segundo: os de pé; o terceiro: os do meio (que estão em pé atrás dos de pé); e o quarto grupo: aqueles que só tocam o chão com um dos pés e se equilibram no corpo dos outros, pois não acham lugar para segurar com as mãos. Uma observação sobre o quarto grupo: você nunca vai conseguir ver uma pessoa inteira que esteja no quarto grupo, terá sorte se conseguir ver as duas pernas ou os dois braços. Se conseguir ver os dois pés de uma pessoa nessa situação aconselho que nesse mesmo dia aposte na MegaSena, pois é seu dia de extrema sorte. Em segundo lugar quero lembrar aquela lei da física que diz: dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo.
Pois bem, estando explicadas as teorias a que irei me referir, começarei minha explanação científico-filosófica.
Essa teoria nasceu entre as 17:50 e as 18:10 do dia 27/08/2010. Ela se formou no momento em que eu tentava subir no Barro/Macaxeira(Várzea), enquanto empurrava e era empurrado por um número considerável de pessoas e se consolidou minutos depois, quando eu já estava dentro do ônibus. Depois de muito sacrifício consegui passar da catraca. O ônibus já estava consideravelmente cheio e o quarto grupo já estava quase completamente formado. Foi nesse momento que, procurando espaço para movimentar minha cabeça, olhei para baixo e percebi algo incrível: no momento em que se entra no ônibus da referida linha, você está automaticamente imune a algumas leis da física. Deste modo: é possível sim duas, na verdade três (um obrigado a Gisele que me ajudou com este dado muito importante), pessoas ocuparem o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo. Neste ônibus você está livre, em alguns momentos, da gravidade: é possível flutuar por até dois segundos e se sentir fora da órbita planetária, devido a súbitos de pressa do motorista passando por alguma subida de ponte. E ainda pode ficar livre da lei da inércia: se você for um componente do quarto grupo, não sentirá o movimento do ônibus, já que você está suspenso no ar pelos outros corpos.
Concluindo, digo que o ônibus Barro/Macaxeira(Várzea) tem um portal interdimensional que ainda não foi devidamente estudado. Quem sabe a Bússola de Ouro possa nos ajudar...
^^

sábado, 7 de agosto de 2010

Urgente do VestPlus!

Depois de séculos longe do blog, devido a falta de assuntos e até de ter esquecido que ele existia (pra você ver...), voltei com uma narrativa inédita, que eu realmente achei que não ia acontecer! Nossa, vai nascer uma postagem sobre o VestPlus!
Chegava eu atrasado para a última aula, era uma sexta-feira... "Vagabundo hein!" deve estar pensando o caro leitor, mas não se trata disso. Acontece que eu estava indo me despedir da turma do referido pré-vestibular, já que fui aprovado no vestibular da UFRPE (calma Gisele, Dani e Laíse, não me matem, não é para fazer inveja...). A professora Ana Lídia me viu pelo vidro da porta e me mandou entrar achando que eu estava ali para assistir aula de verdade, e como gosto da aula dela decidi entrar me fazendo passar por ainda aluno. O fato estava bem próximo de acontecer.
Ela explicava Funções Sintáticas, e a turma (os que ainda estavam para a última aula de uma sexta-feira) acompanhava empenhada. E é desse empenho que surge tal situação. Aninha (como todos chamam a professora) escreveu no quadro "A pedra que rola não deixa limo", e em seguida saiu a analisar a frase como de costume. PORÉM, no meio da análise, ela faz a pergunta crucial! "Analisem só essa parte, 'A pedra que rola', qual a função da pedra?" Confesso que até eu, naquele momento de concentração, pensei em responder a mesma coisa que o resto da sala respondeu: "É rolar!"
Hahahahaahhaha... Simplesmente mais um daqueles inesquecíveis dias de meus tempos de sala de aula que nunca vai sumir da minha memória.

E
com essa postagem me despeço da turma do VestPlus. Uma omenagem/agradecimento a todos com quem vivi dias incríveis. Um grande abraço a todos. Nos encontraremos novamente qualquer dia... no msn e no orkut! ^^ Ou quando eu não tiver aula...

sábado, 26 de junho de 2010

Descoberto o segredo do sucesso!

Assistindo uma aula de geografia só para me despedir do curso pré-vestibular (tem hífen ou não?) descobri uma coisa extraordinária (de despedida porque passei na UFRPE, já devia ter postado isso em "O dia em que a zona oeste andou" mas não terminei de escrever ainda). O professor Robinson mostrou à turma o segredo para o sucesso das músicas na mídia atual!
Não sei porque fiz outro parágrafo, mas tudo bem... Como estava dizendo... Segundo o estudo do referido professor (tem sinônimo para professor?), uma música precisa das seguintes frases para fazer sucesso:

Pega na(o) _____ e vai subindo/descendo
Essa é a nova(o) dança/onda/senção/etc
Que chegou para _______
Essa é a dança ________

Aiaiaiaaiai
Uiuiuiuui

E acrescenta-se, em alguns casos, um "safada, danada, mainha, painho" entre outros...
Realmente é um estudo estarrecedor, mas que mostra a verdade das novas músicas. É por isso que continuo ouvindo os velhos Metallica, System Of A Down, Disturbed, Linkin Park e outras bandas, de preferência em inglês... O caro leitor deve estar pensando que sou preconceituoso com músicas como swingueira, brega, forró e derivados. Se estiver pensando isso mesmo tenho uma coisa para lhe dizer: você acertou! Pra mim não tem coisa pior!

E voltando para casa hoje descobri uma coisa! O Rebolation é um lezante temporal! Digo "lezante" com Z porque ele não lesiona o ouvinte, ele deixa a pessoa leza, o que é bem diferente. Por que digo isso? Vou justificar. Acontece que bastou que eu ouvisse apenas o "mão na cabeça que vai começar" para que eu não conseguisse pensar em nada durante quase uma hora! Exatamente! Quando eu tentava pensar em alguma coisa para esquecer essa tortura, reaparecia em minha mente "o rebolation-xon, o rebolation". E isso por mais de cinquenta minutos até que eu chegasse em casa e parasse para ver o jogo! Cuidado leitores, música desse tipo pode causar lesões (com S mesmo) graves!
Depois disso decidi tomar uma atitude para me previnir: a partir de agora não saio mais de casa sem pilha para o mp3! E vale dizer, só conseguir escrever esse post com o Media Player ligado... O Rebolation estava tentando se apossar da minha mente de novo... Viva a música japonesa!

OBS: se o professor Robinson quiser cobrar direitos autorais sobre a divulgação de seu estudo, avise que eu apago o post... sim, claro que apago... eu sou estudante, sinônimo de "liso", onde vou arranjar dinheiro para pagar?

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Inicia-se a saga!

Vivi uma coisa realmente marcande hoje, coisa tal de que nunca vou me esquecer. É incrível como uma chuva forte de muitas horas quase seguidas pode mudar a rotina de uma parte da cidade. Quase muitas horas seguidas vírgula, horas essas apenas do dia de hoje!Já somam cinco dias com chuvas fortes, mas os caros leitores sabem bem que esse não é um blog de notícias.
Acontece que uma simples chuva provocou fatos que acho que jamais viverei novamente! Não o fato de ter passado uma hora no ônibus sem que ele andasse dez metros, como morador de Recife tenho certeza que viverei novamente uma situação como essa, mas em que essa uma hora, as horas anteriores e as seguintes me marcaram.
Mas vou parar com essa seriedade, esse aqui não é o blog da luciana da ex-novela das oito. Acontece o seguinte: as coisas que me ocorreram em três horas não caberiam em um único post, sendo assim fazer uma série de capítulos. Hoje trago apenas a apresentação da série que estou a caminho de começar, até porque hoje não estou com cabeça para mais nada, só quero dormir depois que terminar de escrever essa postagem. E também porque estou escrevendo no notebook do meu tio na casa da minha avó, o que me dá muita dor nas costas e nas mãos... Mas por quê estou na casa da minha avó? Saberá lendo a história... Considere apresentada minha nova série de postagens: "O dia em que a zona oeste andou"
Até mais ler...
P.S. (nossa, virou carta...) : pode-se notar minha fadiga mental por tantas repetições no texto... eu percebi todas, mas estou com sono demais para pensar em sinônimos...
P.S. 2(não, não é Play Station 2) : vou postar todos os capitulos de uma vez so, assim vão estar na ordem de cima pra baixo...

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Ensaio sobre a falta de noção

Sinceramente ainda não acredito que isso esteja acontecendo... Eu fiz mais de uma postagem em menos de uma semana! Que fique bem explícito que eu pensei em guardar esse post para a semana que vem, já que possivelmente eu não terei nada pra escrever. Porém, como é de costume, quando eu tenho algo para fazer a longo prazo eu acabo esquecendo, então decidi fazer hoje mesmo. E que fique explícito, também, que estou escrevendo isso hoje porque esqueci de escrever ontem... Mas, deixando minha louca memória para lá, vamos à reflexão de hoje (falando assim parece até que vai sair alguma coisa útil daqui)...
Assisti ontem o clipe de Lady Gaga com Beyonce, o tal do Telephone, acho que é esse o nome... Não, eu não fui lá assistir por conta própria. Acontece que uma amiga minha, algumas vezes citada em outros posts (Elizabeth) mandou o link para que eu assistisse pra depois ver uma paródia que ela achou engraçada. O leitor deve estar pensando que irei discorrer acerca da paródia, engana-se, pois (nossa... estou lendo muito Machado de Assis...). Não que a paródia não fosse sem noção, era também, mas acabou sendo sem noção por causa do clip em que se inspirou. Clip esse que era milhões de vezes mais sem noção ainda...
Sim, eu sei, clips sem noção tem aos montes por aí... Basta ligar a MTV e assistir ao Lab... Mas acontece que ele era excessivamente sem noção! Tudo bem que Lady Gaga adora roupas esquisitas, é do estilo dela, mas um óculos de cigarros e latas de cerveja no cabelo são coisas que eu não consigo achar adjetivos para dizer o que penso... E o pior de tudo é uma dança maluca e um enredo nada a ver com a música...
Mas o pior de tudo é o que acabo de perceber... Eu gastei tantos minutos da minha vida falando de uma coisa totalmente sem noção... Ou seja... Eu que sou o mais sem noção da história... Que descoberta incrivel... Deixo aqui um aviso aos leitores: caso eu não poste mais nada, saiba que não aguentei o fardo de ter descoberto o quanto sem noção eu fui e decidi desistir de tudo... Ou não... Já que se eu tivesse desistido de tudo eu deixaria uma carta de despedida aos leitores, o que seria um outro post e assim eu estaria me contradizendo... Sendo assim... Até mais, retiro-me às minhas conclusões contraditórias e confusas até mesmo pra mim que estou concluindo... Estou ficando muito complexo nos textos, vou dar um tempo no Memórias Póstumas de Brás Cubas...

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Sinceramente... Estou sem palavras...

Aconteceu-me uma coisa hoje, caros leitores, que realmente me deixou como diz o título: sem palavras... Os que já acompanham esse blog a um tempo devem ter percebido que comecei a postagem sem introdução explícita, isso mostra como tal fato me afetou. Mas como gosto de narrar minuciosamente o que acontece comigo, considere esse primeiro parágrafo como introdução, assim os fatos serão mais bem descritos... O que na prática acontece, mesmo que você não o considere desse modo... Mas paremos com as reflexões metalinguísticas do texto...
Como de costume, levantei o braço horizontalmente para pedir parada ao motorista do lotado ônibus da linha 437- Caxangá (Cnde. da Boa Vista). Subi e me espremi por entre algum espaço ainda restante no corredor do ônibus. Coloquei minha bolsa no chão ao lado de uma cadeira dupla onde estava um casal de namorados (creio eu...), cuja moça pegava
um jornal AquiPE (prefiro não expressar minha opinião acerca do mesmo) da bolsa. Ela demonstrava estar estudando apenas para terminar o ensino médio. O rapaz não parecia ter muito estudo, mas também não se importava com isso.
Folhearam página a página, e algum tempo depois olharem todas as figuras (sim, porque eles não leram nada) e de o rapaz calcular o preço de uma moto parcelada em muitas vezes (a única coisa que leram até então), a namorada entediada resolve fazer o jogo dos 7 erros. Após só acharem 5, decidem mudar de jogo e ir para as palavras cruzadas. Preparem-se leitores, pois aí que mora o perigo.
Depois de descobrirem algumas palavras soltas no meio do jogo, e ainda buscarem muitas outras, pararam em uma monossilábica de duas letras. Diante de tamanha confusão de ambos, virei minha cabeça de lado e forcei a vista para entender o motivo da dúvida. Por sorte (ou azar, julgue o leitor) consegui ler a pergunta, era esta a situação: "O número 3,1416 (matemática)" -> P_
Depois de muito refletirem chegaram à seguinte conclusão (e a decisão foi unânime, que fique bem claro): a palavra era "PA"... Exatamente caro leitor! Não pense que inventei essa situação com minha mente maluca, eu não chegaria a tal! Os dois afirmaram que tal número se chamava Pa! Incrível! Será então que o que usei ontem para cavar o jardim da minha casa era um Pi? Agora estou meio confuso...
Bem, o texto foi grande, mas acho que tamanha situação merecia uma postagem à altura. Se o leitor estiver se perguntando a utilidade de ter lido isso, cá está: você não precisará mais falar para seu filho (ou futuro filho, que seja) que ele estude para ser alguém, diga a ele que estude para não sair por aí chamando Pi de Pa e assim não conseguir completar a palavra cruzada... E sim, o casal não completou o jogo... Pararam na metade para ser mais exato...
Por fim, boa sorte a todos com seus filhos, que eles não confundam seus Pi's...
-----------> Para quem não entendeu a graça da situação... Pi é uma letra grega que na matemática vale 3,1416... e Pa é pá de jardim mesmo... Bem, se você pegar essa palavra cruzada essa resposta você já tem, boa sorte com o resto... ^^

domingo, 4 de abril de 2010

Alguém sabe o telefone da criatividade?

Pois é... O senhor leitor está surpreso porque pensava que eu havia morrido? Não duvido, estou numa crise de criatividade/vontade de escrever... Fazer o quê... Talvez fazer uma postagem sobre nada. Tentei fazer essa postagem nas "Crônicas de Nada", mas como estou em crise de criatividade não consegui achar um nome. Pois bem, vou fazer uma coisa inédita neste blog: sair escrevendo o que me aparecer na cabeça e no final ver no que dá. Desejo boa sorte ao caro leitor...
É... Ainda sem assunto. Então vou tentar uma coisa que me passou pela cabeça: olhar pela janela e a primeira coisa que me passar pela memória vou escrever aqui. Pois bem... ... ... "O rebolation-xon, o rebolation"... Nossa, que péssimo modo de começar essa postagem... É, caro leitor, você deu azar até agora... Infelizmente eu o fiz lembrar uma coisa que você quer esquecer a algum tempo. Ou que nem conseguiu esquecer ainda, como eu que escuto isso todo santo dia para minha infelicidade... É duro viver em Recife sem pilha para o MP3, vou comprar urgente...
Até aqui ainda não chegamos a canto algum. Sendo assim vou (professoras Karla e Ana Lídia me corrijam se eu estiver errado... nunca sei quando usar o "lhe") lhe fazer a pergunta chave: você vai REALMENTE continuar a ler esta postagem? Sim!? Nossa, você é realmente corajoso. Ou, vai ver, não tem mais nada importante pra fazer. Ou só está lendo isso porque é meu amigo. Ou porque alguém te contou que esse blog existe e você deu azar em ler essa postagem antes das outras... Agora me passou uma pergunta pela cabeça: já que não tenho nada pra falar, POR QUE EU AINDA ESTOU ESCREVENDO? Acho que estou esperando a conclusão cair do céu. Eu e minha mania de fazer postagens como faço redações: introdução, dois parágrafos de desenvolvimento e conclusão... Então vou acabar de vez...
Mas agora outro problema: como vou concluir essa postagem se eu não falei sobre nada? Uma piada? Tentemos... "Por quê o tomate foi ao banco? Pra tirar um extrato!"... É, uma piada sem graça não é um bom modo de terminar uma postagem... Só me resta pedir desculpa ao caro leitor por ter escrito até aqui, você não merecia ler isso... Mais sorte da próxima vez...

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Tem gente pra tudo...

Depois de algum tempo sumido por causa da ansiedade pelo resultado do vestibular, voltei... E confesso que estava meio sem vontade de escrever também... Mas voltando à ativa, vou começar de vez.
Estava assistindo ao jornal um dia desses, quando começaram a ser informadas as ofertas de emprego. E alguns desses empregos realmente me fizeram rir. Um dos que me lembro foi "pedreiro de fachada". Quer dizer, pra trabalhar nisso você só precisa fingir que é pedreiro, afinal o nome da profissão já diz tudo: é de fachada!
Outra profissão eu descobri por um comentário de um tio meu. A oferta de trabalho era para "gerente de problemas". Eu não aceitaria um emprego desses, só o nome já é estressante. Imagine você, sentado numa mesa quando chega alguém com uma pasta dizendo: "chegou mais um problema, tem que resolver antes das duas horas!".
E por ultimo deixei o melhor. Estava indo a algum lugar que já não lembro, quando li isso estampado num muro: "Eletricista enrolador" seguido de um telefone para contato. Essa oferta é animadora para qualquer eletricista, afinal ele vai poder demorar como for que ninguém vai poder reclamar de enrolação... Hahahahaha...
É cada coisa que se vê no Brasil que chega a ser assustador!

sábado, 9 de janeiro de 2010

E foi-se 1 ano de Blog!

Realmente eu ainda não consigo acreditar... Parece que foi ontem que eu começava o terceiro ano do ensino médio divulgando este Blog pelo colégio. Estou nostálgico... Parece que foi ontem o dia 10 de janeiro de 2009, quando eu fiz a postagem inaugural do Blog. E hoje estou aqui, com 46 postagens anteriores a essa... E aqui no JONATHAN XD, como nas lojas de eletrodomésticos, quem ganha o presente de aniversário é você leitor, porém, sem juros disfarçados por trás do preço. Vou fazer uma postagem especial com os alguns acontecimentos que não foram postados. Momentos memoráveis que não narrei aqui porque estava sem paciência.
Começo com um fato há muito esquecido por mim. Era aula de química do prof. Paulo, uma revisão geral pro ENEM, e ele tirava dúvidas dos alunos sobre quaisquer assuntos. Foi então que um caro colega meu vira pra mim e pergunta: "Ei, qual é aquele calango que muda de cor?" Confesso que não havia entendido de que diabos de calango ele estava falando, e respondi: "Calango? Pra mim essa é nova, calango muda de cor não!". Mas ele estava convicto do que falava e insistiu: "Muda pow, aquele calango que vive no deserto e muda de cor!". Vasculhei minha mente a fundo procurando algo que poderia fazer sentido... E encontrei algo que logo se transformou na imagem que eu buscava. Depois esclareci calmamente: "Eita! Meu Deus! Meu véi, você tá mal viu! Nem é calango nem vive no deserto! É camaleão e vive na floresta, por isso se camufla!". Em seguida ele repondeu: "Pronto! É esse mesmo!"... Ah os velho tempos...
A segunda lembrança que trago é de um fato acontecido na mesma aula, porém minutos antes. Alguém havia feito uma pergunta absurda como sempre, e a sala toda caiu no riso. Então alguém fez o comentário: "Paulo, essa sala vai muito longe não!" Como estava de muito bom humor no dia, o professor respondeu: "Realmente, a sala não vai a lugar nenhum, ela não anda! Ela vai ficar parada aqui! É a mesma coisa quando falam: 'Essa estrada vai pra onde?' Ela não vai pra lugar nenhum! Ela está fixa no chão!" Hahahaha... Esse foi um dos melhores momentos desse colégio, com certeza...
E pra acabar vou escrever mais um fato que achei escrito numa folha que eu usava para anotar essas coisas (e que por sinal foi nesta mesma aula). O professor Paulo perguntou: "Pra revisar desde o começo, o que é matéria?" E um dos velhos pseudo-filósofos responde: "É tudo que é alguma coisa"... Pense nisso... Hahaha...

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Então... Que venha 2010...

E acaba de passar diante de nossos olhos mais um ano. Ano esse que na agonia do mundo moderno, correu tanto que nós mal o vimos passar. Essa postagem começou séria... Mas não se assuste caro leitor, você não errou de blog. Acontece que, sabe como é: ano novo, o blog tem que estar de cara nova (mentira, foi coincidência a vontade de mudar o blog com a virada do ano). Mas calma!!! Mudou só a forma, não o conteúdo!
Comecei falando sobre o finado ano, mas onde quero mesmo chegar é no Reveillon (se estiver escrito errado a culpa é do Google). Quem acompanha esse blog desde o começo já percebeu que o que lhes fala (ou escreve, que seja) sempre observa o que acontece ao seu redor. E duas coisas me fizeram refletir nesse 31 de dezembro e hoje mesmo.
Estava assistindo um jornal de meio-dia que mostrava o Mercado de São José, onde os galináceos eram os produtos menos procurados. Isso devido àquela história de que comer galinha vai fazer o ano "andar pra trás", já que as galinhas ciscam. Eu considero isso desculpa pra não comer galinha, coisa consumida durante o ano todo, e gastar mais dinheiro comendo peixe pro ano novo ir pra frente. O caro leitor está se perguntando o meu argumento para falar isso e eu vou dizer. Pense comigo. Se o animal que você come no Reveillon vai mudar o rumo do ano novo, então deveríamos comer um cavalo. É tão simples, o cavalo anda pra frente e quem vier atrás leva coice. Ia ajudar bastante.
Outra coisa que aconteceu hoje pela manhã me deixou curioso. Acontece que ontem o bairro onde moro estava silencioso demais pra uma virada de ano. É tradicional por aqui alguns bebuns ouvindo músicas de tudo quanto é tipo deixarem a noite barulhenta. Vou até transcrever uma das playlists: começou com Slipknot, passou pra Roberto Carlos, samba, forró, brega, System Of A Down e terminou com Ray Charles!!! São bebuns ecléticos!!! Mas voltando ao assunto. Depois dessa noite silenciosa, amanheceu uma manhã barulhenta. As pessoas estavam bebendo como se ainda fosse o dia 31!!! Pensei que estava preso no tempo, mas quando consultei meus bônus do celular vi que eles já haviam expirado. Isso prova que não tem tempo parado que faça as operadoras cortarem o bônus diário.
Mas diante de todas essas coisas acima narradas, uma outra coisa me fez pensar. Acontece que uma amiga minha que também é uma leitora desse blog me falou uma coisa que ainda está na minha cabeça. Ela é uma das conhecidas ex-DDDs, falo de Elizabeth. Conversava com ela quando ela disse que não queria que o ano acabasse porque ela não ia poder mais desenhar um gatinho no número 2009 no caderno. Isso me fez pensar e chegar a uma conclusão. Esse ano foi memorável não?