sábado, 26 de junho de 2010

Descoberto o segredo do sucesso!

Assistindo uma aula de geografia só para me despedir do curso pré-vestibular (tem hífen ou não?) descobri uma coisa extraordinária (de despedida porque passei na UFRPE, já devia ter postado isso em "O dia em que a zona oeste andou" mas não terminei de escrever ainda). O professor Robinson mostrou à turma o segredo para o sucesso das músicas na mídia atual!
Não sei porque fiz outro parágrafo, mas tudo bem... Como estava dizendo... Segundo o estudo do referido professor (tem sinônimo para professor?), uma música precisa das seguintes frases para fazer sucesso:

Pega na(o) _____ e vai subindo/descendo
Essa é a nova(o) dança/onda/senção/etc
Que chegou para _______
Essa é a dança ________

Aiaiaiaaiai
Uiuiuiuui

E acrescenta-se, em alguns casos, um "safada, danada, mainha, painho" entre outros...
Realmente é um estudo estarrecedor, mas que mostra a verdade das novas músicas. É por isso que continuo ouvindo os velhos Metallica, System Of A Down, Disturbed, Linkin Park e outras bandas, de preferência em inglês... O caro leitor deve estar pensando que sou preconceituoso com músicas como swingueira, brega, forró e derivados. Se estiver pensando isso mesmo tenho uma coisa para lhe dizer: você acertou! Pra mim não tem coisa pior!

E voltando para casa hoje descobri uma coisa! O Rebolation é um lezante temporal! Digo "lezante" com Z porque ele não lesiona o ouvinte, ele deixa a pessoa leza, o que é bem diferente. Por que digo isso? Vou justificar. Acontece que bastou que eu ouvisse apenas o "mão na cabeça que vai começar" para que eu não conseguisse pensar em nada durante quase uma hora! Exatamente! Quando eu tentava pensar em alguma coisa para esquecer essa tortura, reaparecia em minha mente "o rebolation-xon, o rebolation". E isso por mais de cinquenta minutos até que eu chegasse em casa e parasse para ver o jogo! Cuidado leitores, música desse tipo pode causar lesões (com S mesmo) graves!
Depois disso decidi tomar uma atitude para me previnir: a partir de agora não saio mais de casa sem pilha para o mp3! E vale dizer, só conseguir escrever esse post com o Media Player ligado... O Rebolation estava tentando se apossar da minha mente de novo... Viva a música japonesa!

OBS: se o professor Robinson quiser cobrar direitos autorais sobre a divulgação de seu estudo, avise que eu apago o post... sim, claro que apago... eu sou estudante, sinônimo de "liso", onde vou arranjar dinheiro para pagar?

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Inicia-se a saga!

Vivi uma coisa realmente marcande hoje, coisa tal de que nunca vou me esquecer. É incrível como uma chuva forte de muitas horas quase seguidas pode mudar a rotina de uma parte da cidade. Quase muitas horas seguidas vírgula, horas essas apenas do dia de hoje!Já somam cinco dias com chuvas fortes, mas os caros leitores sabem bem que esse não é um blog de notícias.
Acontece que uma simples chuva provocou fatos que acho que jamais viverei novamente! Não o fato de ter passado uma hora no ônibus sem que ele andasse dez metros, como morador de Recife tenho certeza que viverei novamente uma situação como essa, mas em que essa uma hora, as horas anteriores e as seguintes me marcaram.
Mas vou parar com essa seriedade, esse aqui não é o blog da luciana da ex-novela das oito. Acontece o seguinte: as coisas que me ocorreram em três horas não caberiam em um único post, sendo assim fazer uma série de capítulos. Hoje trago apenas a apresentação da série que estou a caminho de começar, até porque hoje não estou com cabeça para mais nada, só quero dormir depois que terminar de escrever essa postagem. E também porque estou escrevendo no notebook do meu tio na casa da minha avó, o que me dá muita dor nas costas e nas mãos... Mas por quê estou na casa da minha avó? Saberá lendo a história... Considere apresentada minha nova série de postagens: "O dia em que a zona oeste andou"
Até mais ler...
P.S. (nossa, virou carta...) : pode-se notar minha fadiga mental por tantas repetições no texto... eu percebi todas, mas estou com sono demais para pensar em sinônimos...
P.S. 2(não, não é Play Station 2) : vou postar todos os capitulos de uma vez so, assim vão estar na ordem de cima pra baixo...

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Ensaio sobre a falta de noção

Sinceramente ainda não acredito que isso esteja acontecendo... Eu fiz mais de uma postagem em menos de uma semana! Que fique bem explícito que eu pensei em guardar esse post para a semana que vem, já que possivelmente eu não terei nada pra escrever. Porém, como é de costume, quando eu tenho algo para fazer a longo prazo eu acabo esquecendo, então decidi fazer hoje mesmo. E que fique explícito, também, que estou escrevendo isso hoje porque esqueci de escrever ontem... Mas, deixando minha louca memória para lá, vamos à reflexão de hoje (falando assim parece até que vai sair alguma coisa útil daqui)...
Assisti ontem o clipe de Lady Gaga com Beyonce, o tal do Telephone, acho que é esse o nome... Não, eu não fui lá assistir por conta própria. Acontece que uma amiga minha, algumas vezes citada em outros posts (Elizabeth) mandou o link para que eu assistisse pra depois ver uma paródia que ela achou engraçada. O leitor deve estar pensando que irei discorrer acerca da paródia, engana-se, pois (nossa... estou lendo muito Machado de Assis...). Não que a paródia não fosse sem noção, era também, mas acabou sendo sem noção por causa do clip em que se inspirou. Clip esse que era milhões de vezes mais sem noção ainda...
Sim, eu sei, clips sem noção tem aos montes por aí... Basta ligar a MTV e assistir ao Lab... Mas acontece que ele era excessivamente sem noção! Tudo bem que Lady Gaga adora roupas esquisitas, é do estilo dela, mas um óculos de cigarros e latas de cerveja no cabelo são coisas que eu não consigo achar adjetivos para dizer o que penso... E o pior de tudo é uma dança maluca e um enredo nada a ver com a música...
Mas o pior de tudo é o que acabo de perceber... Eu gastei tantos minutos da minha vida falando de uma coisa totalmente sem noção... Ou seja... Eu que sou o mais sem noção da história... Que descoberta incrivel... Deixo aqui um aviso aos leitores: caso eu não poste mais nada, saiba que não aguentei o fardo de ter descoberto o quanto sem noção eu fui e decidi desistir de tudo... Ou não... Já que se eu tivesse desistido de tudo eu deixaria uma carta de despedida aos leitores, o que seria um outro post e assim eu estaria me contradizendo... Sendo assim... Até mais, retiro-me às minhas conclusões contraditórias e confusas até mesmo pra mim que estou concluindo... Estou ficando muito complexo nos textos, vou dar um tempo no Memórias Póstumas de Brás Cubas...

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Sinceramente... Estou sem palavras...

Aconteceu-me uma coisa hoje, caros leitores, que realmente me deixou como diz o título: sem palavras... Os que já acompanham esse blog a um tempo devem ter percebido que comecei a postagem sem introdução explícita, isso mostra como tal fato me afetou. Mas como gosto de narrar minuciosamente o que acontece comigo, considere esse primeiro parágrafo como introdução, assim os fatos serão mais bem descritos... O que na prática acontece, mesmo que você não o considere desse modo... Mas paremos com as reflexões metalinguísticas do texto...
Como de costume, levantei o braço horizontalmente para pedir parada ao motorista do lotado ônibus da linha 437- Caxangá (Cnde. da Boa Vista). Subi e me espremi por entre algum espaço ainda restante no corredor do ônibus. Coloquei minha bolsa no chão ao lado de uma cadeira dupla onde estava um casal de namorados (creio eu...), cuja moça pegava
um jornal AquiPE (prefiro não expressar minha opinião acerca do mesmo) da bolsa. Ela demonstrava estar estudando apenas para terminar o ensino médio. O rapaz não parecia ter muito estudo, mas também não se importava com isso.
Folhearam página a página, e algum tempo depois olharem todas as figuras (sim, porque eles não leram nada) e de o rapaz calcular o preço de uma moto parcelada em muitas vezes (a única coisa que leram até então), a namorada entediada resolve fazer o jogo dos 7 erros. Após só acharem 5, decidem mudar de jogo e ir para as palavras cruzadas. Preparem-se leitores, pois aí que mora o perigo.
Depois de descobrirem algumas palavras soltas no meio do jogo, e ainda buscarem muitas outras, pararam em uma monossilábica de duas letras. Diante de tamanha confusão de ambos, virei minha cabeça de lado e forcei a vista para entender o motivo da dúvida. Por sorte (ou azar, julgue o leitor) consegui ler a pergunta, era esta a situação: "O número 3,1416 (matemática)" -> P_
Depois de muito refletirem chegaram à seguinte conclusão (e a decisão foi unânime, que fique bem claro): a palavra era "PA"... Exatamente caro leitor! Não pense que inventei essa situação com minha mente maluca, eu não chegaria a tal! Os dois afirmaram que tal número se chamava Pa! Incrível! Será então que o que usei ontem para cavar o jardim da minha casa era um Pi? Agora estou meio confuso...
Bem, o texto foi grande, mas acho que tamanha situação merecia uma postagem à altura. Se o leitor estiver se perguntando a utilidade de ter lido isso, cá está: você não precisará mais falar para seu filho (ou futuro filho, que seja) que ele estude para ser alguém, diga a ele que estude para não sair por aí chamando Pi de Pa e assim não conseguir completar a palavra cruzada... E sim, o casal não completou o jogo... Pararam na metade para ser mais exato...
Por fim, boa sorte a todos com seus filhos, que eles não confundam seus Pi's...
-----------> Para quem não entendeu a graça da situação... Pi é uma letra grega que na matemática vale 3,1416... e Pa é pá de jardim mesmo... Bem, se você pegar essa palavra cruzada essa resposta você já tem, boa sorte com o resto... ^^