sábado, 28 de agosto de 2010

Refletindo sobre o troco de 7Belo

Percebi que esses dias venho filosofando muito. Acho que o tempo que passo espremido no Barro/Macaxeira(Várzea), como disse na postagem abaixo, me transformou num filósofo de janela de ônibus. Mas isso não é ruim, porém não se pode dizer que é útil para alguma coisa, já que tudo que percebo não tem importância alguma, ou tem e eu não percebi qual. Mas não importa, vou continuar escrevendo do mesmo jeito. Vamos ao assunto.
Num dia desses de chuva desci no Terminal Integrado da Caxangá (integração da Caxangá para os íntimos) correndo para tentar alcançar o ônibus Nova Morada(Caxangá) que saiu sem esperar ninguém. Sabendo que o próximo ia demorar muito tempo, decidi comprar uma paçoca de amendoim, coisa que adoro, pra enganar o estômago. Embora ele não seja tão burro, às vezes funciona. Decidi então tentar. Me pergunto, agora, por que diabos estou falando da personalidade do meu estômago... Mas... Continuando... Quando cheguei na lojinha para comprar, com três moedas de 10 centavos, o vendedor me perguntou se aceitava 7Belo como troco. Acho produtivo para total entendimento do leitor transcrever o que se passou em minha mente nesse momento: "AH FILHO DA!..."
Depois de ter aceitado o troco em 7Belo me pus (pus com "z" ou "s"?) a refletir sobre o que havia acabado de fazer. Vejamos desde o início: para comprar uma paçoca de 25 centavos, paguei 30 centavos e recebi de troco um bombom. Mas vamos parar para refletir sobre alguns conceitos. Chama-se comércio a troca de um produto por outro ou de uma moeda por um produto... Sendo assim, caro leitor... Vamos usar um pouco de lógica proposicional (matemática discreta) para resolver essa questão... "Dinheiro em troca de produto" e "7Belo em troca do troco" implica em "VOCÊ NÃO RECEBEU TROCO ALGUM! VOCÊ ACABOU DE COMPRAR MAIS UMA COISA!!!"
É, essa postagem não teve graça nenhuma... A piada não foi tão boa como eu pensava... Mas agora que eu já terminei de escrever tudo não vou apagar. Vou fazer um trato com os caros leitores: só vou postar novamente quando tiver algo que realmente não o faça querer seus minutos perdidos de volta... Mas pensando bem... Se for assim não vou postar nunca mais... Então esqueça o trato e espere pra ver o que acontece... So me resta desejar mais sorte da próxima vez...

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

A Teoria do Barro

Essas primeiras três semanas de aula já foram suficientes para me acostumar com a rotina da UFRPE, inclusive uma um tanto incômoda: a do Barro/Macaxeira(Várzea). Não, caro leitor, não ache que venho fazer um protesto nessa postagem, venho apenas divulgar uma nova teoria formulada por mim nesses dias. Ela se trata de uma contestação de uma lei da física e de uma fusão com um estudo do professor de história/sociologia/filosofia do meu antigo pré-vestibular (ou prévestibular, não lembro da regra dos hífens), o Prof.Albino. Digo só isso porque não lembro o primeiro nome dele. Mas vamos às explicações.
Primeiramente vou explicar o estudo do professor. Ele notou que os ônibus são compostos de dois, três ou quatro grupos de pessoas. O primeiro: os sentados; o segundo: os de pé; o terceiro: os do meio (que estão em pé atrás dos de pé); e o quarto grupo: aqueles que só tocam o chão com um dos pés e se equilibram no corpo dos outros, pois não acham lugar para segurar com as mãos. Uma observação sobre o quarto grupo: você nunca vai conseguir ver uma pessoa inteira que esteja no quarto grupo, terá sorte se conseguir ver as duas pernas ou os dois braços. Se conseguir ver os dois pés de uma pessoa nessa situação aconselho que nesse mesmo dia aposte na MegaSena, pois é seu dia de extrema sorte. Em segundo lugar quero lembrar aquela lei da física que diz: dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo.
Pois bem, estando explicadas as teorias a que irei me referir, começarei minha explanação científico-filosófica.
Essa teoria nasceu entre as 17:50 e as 18:10 do dia 27/08/2010. Ela se formou no momento em que eu tentava subir no Barro/Macaxeira(Várzea), enquanto empurrava e era empurrado por um número considerável de pessoas e se consolidou minutos depois, quando eu já estava dentro do ônibus. Depois de muito sacrifício consegui passar da catraca. O ônibus já estava consideravelmente cheio e o quarto grupo já estava quase completamente formado. Foi nesse momento que, procurando espaço para movimentar minha cabeça, olhei para baixo e percebi algo incrível: no momento em que se entra no ônibus da referida linha, você está automaticamente imune a algumas leis da física. Deste modo: é possível sim duas, na verdade três (um obrigado a Gisele que me ajudou com este dado muito importante), pessoas ocuparem o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo. Neste ônibus você está livre, em alguns momentos, da gravidade: é possível flutuar por até dois segundos e se sentir fora da órbita planetária, devido a súbitos de pressa do motorista passando por alguma subida de ponte. E ainda pode ficar livre da lei da inércia: se você for um componente do quarto grupo, não sentirá o movimento do ônibus, já que você está suspenso no ar pelos outros corpos.
Concluindo, digo que o ônibus Barro/Macaxeira(Várzea) tem um portal interdimensional que ainda não foi devidamente estudado. Quem sabe a Bússola de Ouro possa nos ajudar...
^^

sábado, 7 de agosto de 2010

Urgente do VestPlus!

Depois de séculos longe do blog, devido a falta de assuntos e até de ter esquecido que ele existia (pra você ver...), voltei com uma narrativa inédita, que eu realmente achei que não ia acontecer! Nossa, vai nascer uma postagem sobre o VestPlus!
Chegava eu atrasado para a última aula, era uma sexta-feira... "Vagabundo hein!" deve estar pensando o caro leitor, mas não se trata disso. Acontece que eu estava indo me despedir da turma do referido pré-vestibular, já que fui aprovado no vestibular da UFRPE (calma Gisele, Dani e Laíse, não me matem, não é para fazer inveja...). A professora Ana Lídia me viu pelo vidro da porta e me mandou entrar achando que eu estava ali para assistir aula de verdade, e como gosto da aula dela decidi entrar me fazendo passar por ainda aluno. O fato estava bem próximo de acontecer.
Ela explicava Funções Sintáticas, e a turma (os que ainda estavam para a última aula de uma sexta-feira) acompanhava empenhada. E é desse empenho que surge tal situação. Aninha (como todos chamam a professora) escreveu no quadro "A pedra que rola não deixa limo", e em seguida saiu a analisar a frase como de costume. PORÉM, no meio da análise, ela faz a pergunta crucial! "Analisem só essa parte, 'A pedra que rola', qual a função da pedra?" Confesso que até eu, naquele momento de concentração, pensei em responder a mesma coisa que o resto da sala respondeu: "É rolar!"
Hahahahaahhaha... Simplesmente mais um daqueles inesquecíveis dias de meus tempos de sala de aula que nunca vai sumir da minha memória.

E
com essa postagem me despeço da turma do VestPlus. Uma omenagem/agradecimento a todos com quem vivi dias incríveis. Um grande abraço a todos. Nos encontraremos novamente qualquer dia... no msn e no orkut! ^^ Ou quando eu não tiver aula...