domingo, 29 de abril de 2012

Phil no País de Oz #1

História baseada em fatos reais
Capítulo 1
Era uma vez um menino que estudava no CEGOE, mas aí o coordenador do seu curso conseguiu transferência para um prédio novo, então ele foi mandado para o João Vasconcelos Sobrinho, mais conhecido como CEAGRI 2. Seu nome era Phil Santos, e seu apelido era Philippe (embora poucos o chamassem assim).
Porém, acostumado com a rotina do período anterior, Phil acabou esquecendo-se da sua alteração de local e desceu do ônibus duas paradas antes da sua. Sendo um aluno desprovido de grandes recursos financeiros não iria pagar outra passagem, então procurou alguém conhecido para saber se havia algum caminho rápido do CEGOE para o CEAGRI 2. E logo encontrou Yuri Nascimento na praça de alimentação da UFRPE, comendo um pastel embaixo do Pé-de-rins que havia ali.
-Grande Phil, o que fazes por aqui essa hora?
-Velho, esqueci que a aula ia ser no CEAGRI 2 hahahahah como faço para chegar lá por aqui?
-Cara, o único caminho que eu sei, é tomando a Estrada das Plaquinhas Vermelhas que levam à Cidade da Comida de Ouro. Então você passa pela direita dela e chega lá.
-Cidade da Comida de Ouro? A comida é tão boa assim?
-Boa não, ela é cara mesmo!
-Ah, beleza hahahahaha... Então valeu cara, to indo nessa!
-Falou Phil, até mais.
Então ele seguiu à procura das plaquinhas vermelhas. Achou a primeira ao final do estacionamento do CEGOE, ela apontava para uma pequena rua calçada que seguia em uma direção desconhecida. Então seguiu pela estrada se distraindo com a paisagem. Não era nada difícil encontrar as plaquinhas, elas sempre estavam bem visíveis e em pequenas distâncias uma das outras.
Mas o quase perdido aluno estava começando a ficar entediado. "De que adianta essa paisagem bonita se não tenho um violão para tocar enquanto ando?" pensava ele. Percebeu então algo se mexendo de um lado da estrada de barro. Ele atentou para a criatura e percebeu que era um sagui nervoso.
-Ai meu Deus, como estou atrasado! - falava o animal.
-Caramba, é a primeira vez que vejo um sagui falando! - disse Phil realmente espantado. - Ei, vem cá!
Mas o animal não deu atenção e correu para dentro de um pequeno espaço entre o mato fechado que cercava a Estrada das Plaquinhas Vermelhas. Então o curioso rapaz se aproximou mais um pouco daquela pequena passagem por onde o sagui seguiu e tentou olhar para ver se encontrava o pequeno animal. Aquela poderia ser sua única chance de falar com um animal diferente daqueles com quem ele estudava, da espécie Nerd.
Ao se aproximar mais um pouco, acabou pisando de mau jeito e se desequilibrando, caindo dentro da pequena abertura. Descobriu então que havia um grande declive ali e acabou rolando por cima da grama (morro?) abaixo. Quando se levantou olhou para cima, por onde tinha vindo e percebeu que não conseguiria voltar. E só havia uma trilha a seguir que ia na mesma direção na qual ele havia caído.
Ele então seguiu, já que não tinha outra escolha. E esse foi o começo da aventura de Phil.

sábado, 28 de abril de 2012

A Saga do Imperador - 02 - BCC Wars #4

PARTE 4 (final)           
Encarei minha adversária. Seu rosto refletia uma falsa inocência, mas apesar de parecer uma menina indefesa, agora eu tinha noção da sua capacidade de matar pessoas chutando gatos. E sabia que minha força não seria suficiente para derrotá-la. Dayanne Araujo, nesse momento, era mais forte que eu.
Mas então vi Mary se aproximando com uma jarra de vitamina de banana.
-Você achou algum lugar que vendesse vitamina king size? - perguntei espantado.
-Não, não achei nenhum lugar que vendesse vitamina com farinha láctea, então fui em casa e fiz para você... - respondeu sorrindo, como se isso fosse fácil de fazer.
-Mas você mora A QUILÔMETROS daqui, como poderia ter feito isso tão rápido?!
-Não importa, agora vai atrás de Sergio para impedir ele, eu cuido de Day.
-Não, eu não posso deixar você fazer isso! Você vai morrer se tentar parar ela, você não tem a força!
-Relaxa garoto, vai lá que eu cuido dela. - respondeu calmamente beijando meu rosto em seguida.
Sem conseguir pensar muito bem nesse momento, aceitei o pedido. E fiquei mais tranquilo quando Thomás Leal chegou no momento gritando "É HORA DE MORFAR! TIRANOSSAURO!".
-Relaxa, Jonathan, eu e Mary vamos parar essa maluca, vá impedir Sérgio! – disse já vestido com seu uniforme vermelho.
Apenas balancei a cabeça aceitando e saí para o lado oposto da luta que se formava, buscando a entrada do estacionamento subterrâneo. Não sabia por onde começar a procurar, mas sabia que precisava parar para beber a fonte do meu poder (que ia levar um pouco de tempo, já que a bebida era um tanto grossa)... Encontrei uma vaga vazia entre dois carros, sentei e comecei a beber aos poucos.
Segundos após o primeiro gole, pude sentir o poder renascendo. Senti algo como uma onda se formando no meu estômago e tomando conta do meu corpo debaixo para cima! Mas momentos depois descobri que era apenas um arroto. Então deixei tudo para lá e bebi o quanto aguentei.
Quando terminei me levantei ainda um pouco pesado e procurei a escada. Começaria a procurar Sérgio no mesmo lugar onde o vi pela última vez. E acabou sendo uma boa escolha, porque ele ainda estava lá, em frente à bilheteria do Centro de Convenções.
-Ora, ora, você voltou para morrer... - desafiou Sérgio, confiante.
-Veremos que irá morrer aqui... Caramba, agora até eu tô falando feito seriado japonês! Mas que seja, não vou deixar que cumpra seu plano comunista!
-Então você conseguiu ler o que tava escrito no celular... - disse introduzindo seu discurso. - Mas não é um plano perfeito? Eu e Itamar só precisávamos fingir sermos capitalistas com postagens e comentários anticomunistas e ninguém perceberia que somos infiltrados do DCE tentando tomar o poder do curso e implantar um centro de desenvolvimento de Ubuntu em BCC! VAMOS DESTRUIR AS GIGANTES CAPITALISTAS! VIVA O SOFTWARE LIVRE! - e começou a rir como um louco descontrolado. - MUAHAHAHAHAHA...
-Nunca deixarei você fazer isso! O poder da Microsoft é bem maior que o dessa distribuição meia boca!
Nesse momento puxei meu Nokia 1100 do bolso direito da calça e o liguei! Era meu Tijolo de Luz! Sérgio pegou seu Nokia 3310. Seria uma luta difícil, a arma dele era indestrutível! Para que eu tivesse uma chance teria de desarmá-lo.
Andamos um em direção ao outro e a luta começou. Lutamos com habilidade, manejando nossos Tijolos de Luz como mestres da arte dos SwordPhones. Em um momento percebi a guarda do meu adversário aberta, então pensei rápido e lancei um lixeiro na cabeça do inimigo, fazendo-o cair no chão e soltar seu 3310 que saiu escorregando para um canto da parede. Antes que ele se recuperasse da tontura causada pela pancada, fiz sua arma ser jogada a uma grande distância para que não pudesse mais usá-la. Agora eu tinha uma chance maior de derrotá-lo!
Mas quando me aproximei achando que ele ainda estivesse tonto, ele arrancou com a telecinese um extintor da parede e o jogou em minha direção. O objeto se chocou com meu braço, fazendo minha arma também se perder em algum lugar atrás de mim. Agora a luta seria no braço!
Mas sendo alunos de BCC, não sabemos nem temos força para lutar. Então paramos onde estávamos. Eu comecei a concentrar meu poder entre minhas duas mãos. Ele repetiu o movimento. Em instantes surgiram esferas de poder em nossas mãos que cresciam lentamente. Quando o poder se tornou grande demais para suportarmos, atacamos um ao outro ao mesmo tempo.
Nossos poderes se chocaram e se mantiveram estáveis suportando um ao outro, até o momento em que se misturaram e acabaram por formar uma explosão gigantesca que nos lançou aos lados opostos do saguão onde estávamos nos deixando desacordados.
Acordei com alguém me balançando. O sol incomodava minha vista, astigmatismo é um saco. Era Mary que tentava me reanimar, pois meu adversário não estava derrotado, e se levantava lentamente. Então olhei ao redor e percebi que o lugar onde estávamos não existia mais, apenas os escombros deixados pela explosão. Ao ver que Sérgio se levantava lentamente, usei tudo o que sobrara de minha força para me por de pé novamente. Mas eu não teria condições de voltar à luta.
-Está derrotado, Windows Fanboy? - disse Sérgio sarcástico.
-Acho que não tenho mais forças para lutar... - disse em baixa voz para que apenas Mary me ouvisse.
-Sim, você tem! Porque eu coloquei um ingrediente especial na sua vitamina! - respondeu determinada.
-O que? Amor?
-Não... Duas colheres de Toddy!
Eu sorri ao ouvir aquilo. Eu ainda tinha um pouco de força para lutar! Mas como eu derrotaria meu inimigo?! Então eu descobri o que fazer!
-Sérgio, pode ser que eu realmente esteja quase derrotado, mas tenho como conseguir a energia necessária para acabar com isso!
Então concentrei toda a minha força que restara para falar por telepatia a todas as pessoas do mundo. "USUÁRIOS DO WINDOWS! TEMOS QUE VENCER O ATAQUE DOS SOFTWARES LIVRES! PRECISO DE SUA ENERGIA NESSE MOMENTO, APERTEM CTRL+ALT+DEL NOS SEUS COMPUTADORES NESSE EXATO MOMENTO!"
Então esperei por alguns momentos e comecei a sentir a energia chegando às minhas mãos! Levantei meus braços para concentrar toda aquela carga acima da minha cabeça e percebi o quão grande era aquele poder! Sérgio estava em pé, mas imóvel sem conseguir fazer nada naquele momento. Então fiz meu último esforço e lancei toda aquela energia que agora assumia a forma de uma imensa esfera azul escura na direção do meu inimigo.
-PELO PODER DA TELA AZUL! RAIO AZUL DA MORTE! - gritei quase instintivamente no momento do lançamento.
Um grito desesperado foi tudo que ouvi antes do clarão que se seguiu ao impacto.
Após isso caí ao chão desacordado. Era o fim dos infiltrados do DCE e do ataque dos softwares livres.
E quanto ao indestrutível Nokia 3310, ele nunca mais foi visto. Mas ninguém sabe quando pode ser achado novamente.
*Fim*
(História escrita por Jonathan Castro com sugestões de vários alunos de BCC)

A Saga do Imperador - 02 - BCC Wars #3

PARTE 3
-Então você descobriu nosso plano... - falou Itamar em tom despreocupado. - Sinto ter que fazer isso, mas você não sairá vivo daqui.
-Você está assistindo Power Rangers demais, iTamar, não aguento mais ouvir essa frase - respondi com sinceridade. - Mas, então, vamos cair na porrada ou o que?
-Você é fraco demais para mim, não vai ter graça. Apresentarei seu rival... Mini-me, venha cá!
E de um carro estacionado em frente à saída fechada pelo homem da perna engessada saiu um pequeno ser. Vinha em minha direção uma versão minúscula de Itamar.
-Eu vou lutar com sua versão .rar?
-Vamos ver se você vai continuar com esse humor depois de lutar com ele - falou com um sorriso.
-Sério, para com esses diálogos de vilão do mal, eles são muito clichês...
Então concentrei meu poder no pequeno... homem?... e o joguei no ar em direção a uma lata de lixo distante à minha esquerda. Pela ausência de som concluí que estava desmaiado.
-Quem diria! Você também tem a força... Então quem sabe possamos nos divertir um pouco.... - falou rindo de um jeito psicótico.
-Antes tava apenas clichê, mas agora já tá pegando mal, velho... - em seguida falei baixinho para Mary. - Estou ficando fraco, preciso de mais vitamina de banana, vê se você acha em algum lugar na praça de alimentação.
-Mas o quê? Vitamina de banana a essa hora?
-Rápido, confie em mim!
Ela saiu à procura da praça de alimentação enquanto me dirigi devagar em direção ao meu oponente. Não me deixei distrair pelo andar manco por causa do gesso, poderia ser uma distração. Quando chegamos a 5 metros de distância um do outro, paramos e nos encaramos fixamente, parecia um duelo de filmes de faroeste (embora eu nunca tenha assistido um).
Quando eu pensei em dar o passo inicial do duelo, senti uma presença estranha se aproximando atrás de mim. Era Dayanne que havia acordado e vindo atrás do celular. Pela ausência do homem mascarado, percebi que tivera seu fim pelas mãos da menina. Ela trazia um saco grande em uma das mãos que se agitava e emitia um barulho estranho.
Olhou para nós com uma expressão que não sei até hoje do que era, mas que realmente deixou de importar quando ela abriu o saco e tirou de lá um gato que tentava se livrar de sua raptora. Em seguida ela soltou o gato ao chão, e antes que ele tocasse o solo, chutou o animal em nossa direção. Nesse instante o animal se tornou um projétil com garras afiadas vindo em velocidade mortal. Não importa quem fosse o alvo, ela queria o celular a todo custo.
O primeiro foi na direção de Itamar, que por pouco não foi atingido em cheio, mas apenas em sua perna engessada. Então percebi que não era um simples gesso imobilizador, era um disfarce! Na rachadura que se formou notei faíscas saindo. Ele era um cyborg! Então algo aconteceu (sabe-se lá o que) e a perna mecânica explodiu fazendo com que a artéria femoral começasse a espirrar sangue.
Vendo o homem cada vez mais fraco, a assassina lançou outro ataque direto na cabeça do homem finalizando seu adversário.
Eu era o próximo.

A Saga do Imperador - 02 - BCC Wars #2

PARTE 2
Então o plano maligno de Sérgio Lisan era mesmo o que eu suspeitava! Mas aí percebi que algo muito maior ainda estava por acontecer quando Dayanne Araujo, que estava do lado de Mary, avançou nas costas da indefesa garota. Ela estava com uma faca escondida na mão esquerda, a qual usou para imobilizar o braço esquerdo de Mary torcendo-o às costas da vítima e com o braço direito fez uma chave de pescoço (acho que é esse o nome pelas imagens do Google Images). Então percebi que não havia apenas um inimigo.
-O que?! Você também está com eles, Day?
-Na verdade não é você o único interessado nesse celular. - respondeu ela.
-Que interessante, então temos um impasse... - disse o homem com máscara de palhaço.
Nesse momento todos ficamos imóveis. Ninguém sabia que atitude tomar. Então um pensamento passou pela minha mente, na verdade uma lembrança. Lembrei-me do café da manhã do dia anterior, quando meu pai fez uma vitamina de banana com farinha láctea e me ofereceu um copo, dizendo:
-Filho, vitamina é bom para começar o dia, pois é forte! Tome um pouco.
Então eu pensei "Será verdade?! Meu pai queria que eu tivesse força! Então será que?...".
Nesse momento olhei para Day, que ainda mantinha minha amiga como refém, e fiz o teste. "Solte ela agora!", falei mentalmente. Ela pareceu confusa, mas soltou Mary que veio correndo para perto de mim.
Então era mesmo verdade! Eu tinha a força!
-O que foi isso? - me perguntou Mary sem entender por que aquilo havia acontecido tão de repente.
-Você vai entender em breve...
Já sabendo o poder que eu tinha em minhas mãos, olhei para o mascarado, e com um gesto com a mão direita o fiz sair voando para se chocar de costas com a parede do corredor transversal de onde tinha vindo. Em seguida olhei para Dayanne que ainda não entendia nada e fiz a mesma coisa, jogando-a contra a parede atrás dela.
Então, sem perder tempo, peguei Mary pela mão e saímos correndo para qualquer lugar longe dali antes que algum dos dois acordasse. Chegamos a um pequeno canteiro de flores, onde eu comecei a explicar o que estava acontecendo.
-Mary, é exatamente o que estávamos pensando! BCC corre perigo!
-Mas o que foi aquilo que você fez no corredor?
-Parece loucura, mas eu tenho a força! - respondi ainda sem acreditar direito.
-Tudo bem, mas pelo amo de Deus, não diga "pelos poderes de Grayskull". Eu sei que você adora essas piadas infames.
-Não temos tempo pra piadas agora, vamos embora, você está correndo perigo no meio dessa confusão!
Quando voltamos a correr em direção ao portão externo daquele Centro de Convenções vimos uma figura impedindo a passagem. Mesmo a uma distância considerável, pude notar quem era pela perna engessada.
Itamar também era nosso inimigo!

A Saga do Imperador - 02 - BCC Wars #1

parte 1 
Eu precisava descobrir o que estava sendo escondido de todo o curso de BCC. E esse algo estava escrito naquele celular! Algo muito obscuro estava acontecendo nos bastidores do curso, e Sergio Lisan era o mentor! Então reuni toda minha coragem e me aproximei dele seguido de Mary.
-Sérgio, me empresta teu celular rapidinho pra eu ver o número de Itamar?
-Beleza, vê aí. – disse isso e se voltou para algo que estava fazendo de costas para nós.
Olhei para Mary, e ela entendeu o que eu estava dizendo com a expressão: "precisamos ir para um lugar seguro!". No instante seguinte, quase institivamente, estávamos correndo para longe do suspeito pelos corredores e escadas do Centro de Convenções onde estávamos. Em condições normais, nos cansaríamos rápido, mas a adrenalina da situação não nos deixava esfriar no momento.
Quando Sérgio percebeu nossa fuga, já estávamos longe demais para ele nos alcançar. Então ele apenas virou-se para alguém escondido entre plantas decorativas com uma ordem no olhar. A pessoa misteriosa apenas saiu lentamente pelo lado oposto por onde fomos.
Quase ao fim de nosso fôlego nos deparamos com Dayanne Araujo entrando no prédio por uma porta lateral. Ao perceber nossa aproximação veio falar conosco:
-Oooooi! - disse cumprimentando Mary. - Como é teu nome mesmo?
-Day, não temos tempo a perder! - respondeu ela ignorando o cumprimento absurdo da garota. - Roubamos o celular de Sérgio que provavelmente tem algum plano secreto para BCC!
-Nossa! Então vamos mais para longe, aqui não é seguro!
Mas quando tentamos voltar a correr, um homem de paletó com máscara de palhaço entrou em nosso caminho.
-Devolvam o celular! - disse o mascarado.
-Corram! - gritou Dayanne antes de puxar um guarda-chuva da bolsa e jogar na cabeça do homem suspeito.
O homem caiu no chão desnorteado, mas se recuperou rápido e veio correndo atrás de nós. Porém ao virarmos à direita nos deparamos num corredor sem saída.
Agora éramos apenas nós quatro. Eu, Mary, Dayanne e o mascarado. E eu não tinha tempo a perder!
Desbloqueei o celular roubado (ainda daquele sistema Enter+#) e busquei a informação. Ao perceber o que eu estava fazendo, o mascarado puxou um punhal negro do paletó e veio em nossa direção. Nesse momento, achei algo suspeito nas notas do celular. Então eu li.
Era mesmo verdade!